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Piscinas em vinil, a escolha inteligente para o seu espaço aquático de lazer.

A construção de uma piscina é um investimento importante e que traz inúmeros benefícios para a propriedade. No entanto, a escolha do material para a estrutura da piscina pode ser uma decisão crucial. Entre as várias opções disponíveis, os bolsões de vinil para revestimento de piscinas têm se destacado como uma escolha inteligente e econômica para quem busca durabilidade, variedade estética e flexibilidade de design. Nesta matéria, exploraremos as inúmeras vantagens de optar por uma piscina em vinil em comparação com outros materiais tradicionais.

1. Custo Acessível e Economia Financeira

Uma das principais vantagens da construção de piscinas em vinil é o custo acessível em comparação com outros materiais, como concreto armado e fibra de vidro. O processo de instalação de uma piscina em vinil é geralmente mais rápido e requer menos mão de obra, resultando em economias significativas de custo para o proprietário. Além disso, os materiais utilizados na fabricação de bolsões de vinil são mais acessíveis, o que se traduz em um preço final mais baixo para o consumidor.

2. Durabilidade e Resistência

Embora o vinil seja conhecido por sua flexibilidade, ele também é surpreendentemente durável e resistente. Os bolsões de vinil são fabricados com materiais de alta qualidade que podem suportar os rigores do uso diário e resistir a condições climáticas adversas. Com os devidos cuidados e manutenção adequada, uma piscina em vinil pode durar muitos anos, proporcionando diversão e relaxamento para toda a família.

3. Variedade de Padrões e Estampas

Uma das características mais atraentes das piscinas em vinil é a ampla variedade de padrões e estampas disponíveis. Os bolsões de vinil podem ser personalizados para atender aos gostos e preferências individuais do proprietário, permitindo que escolham entre uma infinidade de designs, cores e texturas. Seja você um entusiasta do estilo clássico ou um amante de tendências contemporâneas, há uma opção de vinil que atenderá perfeitamente ao seu gosto.

4. Flexibilidade de Design e Adaptação

Uma das vantagens mais notáveis das piscinas em vinil é sua incrível capacidade de adaptação ao projeto do engenheiro ou arquiteto. Ao contrário das piscinas de concreto pré-fabricadas ou moldadas em fibra, que têm formas e tamanhos limitados, as piscinas em vinil podem ser construídas em praticamente qualquer forma ou tamanho desejado. Isso significa que os proprietários têm a liberdade de criar uma piscina que se encaixe perfeitamente em seu espaço disponível e atenda às suas necessidades específicas.

5. Fácil Manutenção e Reparos Simples

Além de serem econômicas e visualmente atraentes, as piscinas em vinil também são fáceis de manter e reparar. A superfície lisa e não porosa do vinil dificulta o acúmulo de sujeira e algas, facilitando a limpeza e a manutenção regular da piscina. Além disso, se ocorrerem danos ao revestimento de vinil, eles podem ser facilmente reparados sem a necessidade de grandes obras ou despesas.

Em resumo, a construção de uma piscina em vinil oferece uma série de vantagens significativas em termos de custo, durabilidade, variedade estética e flexibilidade de design. Seja para um projeto residencial ou comercial, as piscinas em vinil são uma escolha inteligente e econômica que proporciona anos de diversão e entretenimento para toda a família. Ao considerar a construção de uma piscina, não deixe de explorar todas as opções disponíveis e descobrir os benefícios exclusivos que as piscinas em vinil têm a oferecer.

Swimming pool with stair in hotel pool resort
Swimming pool with stair in hotel pool resort

A Importância do Material nas Bordas de Piscinas: Estética e Segurança em Harmonia

As piscinas são elementos de lazer e relaxamento, onde as pessoas buscam momentos de diversão e tranquilidade. Porém, para garantir uma experiência segura e agradável, é essencial considerar não apenas a qualidade da água, mas também os materiais utilizados em sua estrutura, especialmente nas bordas. Neste artigo, exploraremos a importância desses materiais, destacando sua função estética e, principalmente, seu papel crucial na segurança dos usuários. Além disso, discutiremos as novas tecnologias disponíveis para melhorar ainda mais esse aspecto.

1. Estética e Harmonia Visual: As bordas das piscinas desempenham um papel significativo na estética geral do ambiente. Elas complementam o design da piscina e podem transformar completamente sua aparência. Materiais como cerâmica, pedra natural, madeira e concreto são comumente utilizados para criar bordas que se integram harmoniosamente ao entorno, seja em ambientes residenciais, hotéis, clubes ou resorts.

2. Segurança dos Usuários: Além de sua função estética, as bordas das piscinas desempenham um papel crucial na segurança dos usuários. Um material inadequado ou mal instalado pode representar um risco significativo de escorregões, quedas e lesões. Por isso, é fundamental escolher materiais que ofereçam aderência suficiente, mesmo quando molhados, e que sejam resistentes ao desgaste e à deterioração causada pela exposição ao sol e à água clorada.

3. Tipos de Piscinas e Materiais Recomendados: Os tipos de piscinas podem variar amplamente, desde piscinas residenciais simples até complexas piscinas públicas e comerciais. Para cada tipo, há materiais mais adequados que atendem aos requisitos específicos de segurança e durabilidade.

  • Piscinas residenciais: Para piscinas residenciais, materiais como cerâmica antiderrapante, pedra natural texturizada ou decks de madeira tratada são escolhas populares. Eles oferecem uma combinação ideal de estética e segurança, criando um ambiente atraente e seguro para a família e os convidados.
  • Piscinas públicas e comerciais: Em piscinas públicas e comerciais, onde o volume de usuários é maior, é essencial utilizar materiais ainda mais resistentes e duráveis. Bordas de concreto texturizado ou pedra natural com tratamento antiderrapante são opções recomendadas, pois oferecem alta resistência ao desgaste e aderência superior, mesmo em condições de uso intensivo.

4. Novas Tecnologias e Tendências: Com o avanço da tecnologia, novos materiais e sistemas estão sendo desenvolvidos para melhorar ainda mais a segurança e a estética das bordas das piscinas. Por exemplo, revestimentos de resina epóxi com agregados antiderrapantes oferecem uma solução durável e de baixa manutenção, enquanto sistemas de iluminação integrados nas bordas não apenas aumentam a segurança, mas também criam um visual impressionante durante a noite.

Em suma, as bordas das piscinas desempenham um papel multifacetado, combinando estética e segurança de forma harmoniosa. Ao escolher os materiais adequados e aproveitar as inovações tecnológicas disponíveis, é possível criar ambientes de piscina que não apenas encantam visualmente, mas também garantem a segurança e o bem-estar dos usuários, seja em ambientes residenciais, comerciais ou públicos.

A IMPORTÂNCIA DA OXIDAÇÃO DE CHOQUE NO TRATAMENTO DA ÁGUA DA PISCINA

A IMPORTÂNCIA DA OXIDAÇÃO DE CHOQUE NO TRATAMENTO DA ÁGUA DA PISCINA
O QUE É?
Você certamente já ouviu falar da necessidade da supercloração ou cloração de choque periódica. Na verdade, essa operação é uma oxidação (deveríamos chamá-la de oxidação de choque) e consiste na adição de uma quantidade relativamente grande de oxidante à água.
POR QUÊ?
A finalidade da oxidação – ou oxidação de choque – é eliminar (por oxidação, queima) os contaminantes nitrogenados (que contêm nitrogênio) e outros compostos orgânicos como os micro-organismos mortos pela desinfecção, os quais podem causar três problemas sérios para a qualidade da água e a segurança e conforto dos usuários:
1. Materiais de origem amoniacal e orgânicos combinam-se com o cloro livre (o poderoso desinfetante da água) gerando “demanda de cloro” (consumo de cloro).
2. Quando esses materiais contêm nitrogênio, sua combinação com o cloro livre resulta na formação das cloraminas (ou cloro combinado), compostos que transmitem cheiro irritante de cloro à água e ao ambiente (muito acentuado em piscinas internas).
3. O acúmulo de poluição de origem orgânica serve de alimento para bactérias, turva a água, torna-a viscosa e desagradável ao tato. O alto residual de cloraminas pode causar coceiras, irritação da pele e até queda de pelos.
Em princípio o cloro reage com todo e qualquer material amoniacal e orgânico, por isso ele faz parte da maioria dos compostos químicos conhecidos. É claro que, uma vez reagido, ele perde sua capacidade desinfetante, que é sua principal e imprescindível missão no tratamento de águas de piscinas e na qual é realmente imbatível.
A formação das cloraminas é bom exemplo da reatividade do cloro: compostos de nitrogênio (suor, óleos da pele e de cosméticos, urina e muitos outros) têm a capacidade de consumir altas dosagens de cloro. Uma molécula contendo nitrogênio primeiro se combina com uma molécula de cloro livre para formar a monocloramina; depois, com uma segunda, forma a dicloramina e, depois com uma terceira, a tricloramina.
É necessária uma quarta molécula de cloro livre para liquidar com a tricloramina. Considerando-se seus pesos moleculares (52,5 para HOCl e 14 para NH3), isto significa que apenas 14 gramas de amônio contaminante consumirão 210 g de cloro livre oxidante (4 x 52,5 g) antes de sua destruição. Qualquer quantidade de cloro livre inferior a isto só produzirá as cloraminas, isto é, uma oxidação parcial que só agravará o problema, sem resolvê-lo.
O sintoma mais característico de águas contendo cloraminas (ou cloro combinado) pode ser ouvido dos próprios banhistas, especialmente em piscinas intensamente utilizadas: a queixa comum de “excesso de cloro na água”, que, na verdade, expressa uma insuficiência de cloro. Nas piscinas internas sente-se o cheiro de cloro no ar (na verdade, são cloraminas). Os banhistas apresentam olhos avermelhados e narinas irritadas. Nada disso é causado por cloro livre (mesmo com residuais de até 20 ppm) e sim por cloro combinado (até em concentrações de 0,05 ppm), formado pela contaminação nitrogenada, que precisa ser eliminada da água pela oxidação de choque.
QUANDO OXIDAR?
A oxidação de choque é necessária:
1. No início ou reinicio do tratamento da piscina. É a única forma de se ter certeza que o cloro adicionado à água depois, como desinfetante (cloração de manutenção), dará origem a cloro livre, isto é, não formará cloraminas com os compostos amoniacais, e nem será consumido por outros contaminantes orgânicos.
2. Após chuvas intensas, especialmente no verão, ou após uso intensivo da piscina por grande número de usuários.
3. Com frequência, durante o tratamento da água, conforme o tipo de piscina, intensidade de seu uso, tipo e qualidade dos contaminantes a que ela está sujeita. Em geral, é recomendável fazer a oxidação de choque periodicamente – em piscinas residenciais e coletivas de pouco uso, oxidar quinzenalmente e, nas de uso intensivo, oxidar semanalmente.
COMO FAZER A OXIDAÇÃO DE CHOQUE 
A oxidação pode ser feita de duas formas: com cloro ou com oxidante sem cloro (Super Tratamento Semanal GENCO®):
1. Oxidação de choque com cloro: após ajustado o pH da água para a faixa de 7,4 a 7,6, adiciona-se uma dosagem de 10ppm a 20ppm de cloro (20g a 30g por m3 de POOL-TRAT® Cloro Granulado GENCO®), com a filtração em funcionamento e mantida por algumas horas. Em piscinas de fibra ou vinil é preciso, primeiro, dissolver a dosagem de cloro em um balde plástico com água da própria piscina e adicionar somente essa solução ao tanque. Aguardar o residual de cloro baixar para a faixa normal recomendada (de 2ppm a 4ppm) antes de permitir seu uso.
2. Oxidação de choque com Super Tratamento Semanal GENCO®: em piscinas com residuais normais de cloro (2ppm a 4ppm). Após ajustado o pH da água para a faixa de 7,4 a 7,6 e a alcalinidade total para 80ppm a 120ppm, adiciona-se à piscina a dosagem de um sachê de 400 gramas de Super Tratamento Semanal GENCO® para cada 40 mil litros de água, com a filtração em funcionamento e mantida por algumas horas. Não é preciso pré-dissolver. A piscina poderá ser utilizada 15 minutos após a aplicação.
DIFERENÇA ENTRE A OXIDAÇÃO COM CLORO E COM SUPER TRATAMENTO SEMANAL GENCO®
Oxidação com cloro 
Poderosa ação oxidante (10ppm a 20ppm de cloro livre)
Poderosa ação desinfetante.
Forma cloraminas (mono, di e tricloramina) com os contaminantes amoniacais, antes de eliminá-los, o que causa agravamento dos odores e consumo de cloro.
A formação de cloraminas reduz seu poder desinfetante.
Obriga a interdição da piscina até que seu residual baixe para 2ppm a 4ppm.
Não pode ser aplicado sem dissolução prévia diretamente em piscina de fibra, vinil ou naquelas pintadas, para evitar descoramento de superfícies e trajes de banho.
Tratamento corretivo – a oxidação com cloro resolve o problema após seu aparecimento.
Oxidação com Super Tratamento Semanal GENCO®
Poderosa ação oxidante (12ppm de Super Tratamento Semanal GENCO® + 2ppm a 4ppm de cloro): a sinergia dos dois produtos traz melhores resultados do que cada um separadamente.
Não tem poder desinfetante, por isso, se utiliza na presença de residual desinfetante de 2ppm a 4ppm.
Elimina os contaminantes amoniacais sem formar cloraminas ou odores desagradáveis.
Destrói as cloraminas e aumenta a eficiência da desinfecção pelo cloro.
A piscina pode ser utilizada 15 minutos após a aplicação. Aumenta o período de utilização da piscina.
Não provoca descolorações de superfícies nem de trajes de banho.
Pode ser adicionado diretamente à água, sem pré-dissolução.
Tratamento preventivo – uma vez adotada uma rotina de oxidação frequente com Super Tratamento Semanal GENCO®, o problema estará sempre prevenido.
Fonte: Revista Pool-life

3 tipos de capa para piscina e suas funcionalidades

Ao planejar a construção de sua piscina, você não deve se esquecer de que alguns acessórios são fundamentais para manter a limpeza e o aquecimento da água. E, dentro desta lista, as capas e telas são itens obrigatórios.

Com diversos tamanhos e modelos, cada uma executa uma funcionalidade diferente, mas igualmente importante. Por isso, é interessante conhecer seus detalhes a fundo para efetuar uma compra consciente e correta.

Precisa de ajuda nesta tarefa? Então acompanhe este artigo com atenção para descobrir quais são os 3 tipos de capa para piscina mais comuns e o que eles podem fazer para deixar seu ambiente bem cuidado.

 

1. Capa de proteção para piscina

Se a sua casa é frequentada por crianças e animais domésticos, é indispensável ter uma capa para piscina com foco na proteção. Sua principal funcionalidade é a segurança, pois é extremamente resistente: se, por acidente, alguém se direcionar em desaviso para água, ela consegue suportar o peso de uma pessoa adulta sem problemas.

Além de evitar cenários de afogamento como este, a capa de proteção ajuda a proteger a piscina de sujeira, folhas e insetos mortos. É também ideal para quando o ambiente precisar entrar em hibernação, como em casos do período de inverno ou de viagem dos proprietários.

Seu manuseio é bem simples, já que ela fica presa a ganchos por cordas resistentes. Basta removê-los e enrolar a capa para que a piscina esteja pronta para utilização, com uma água limpa e cristalina.

Além disso, a capa deve estar em acordo com o recomendado na ABNT NBR 10339:2018, suportar peso mínimo de 40kg/m², ser confeccionada em material que não permita a criação de fungos, algas e micro-organismos, dispor de etiquetas de advertência, indicando peso máximo por m², data de validade, nome e contato do fabricante e possibilitar a remoção de água parada e partículas depositadas sobre ela. Conheça mais sobre a ABNT NBR 10339:2018 acessando o LINK.

2. Capa térmica para piscina

A capa térmica para piscina tem o visual muito parecido com o conhecido plástico-bolha. Sua principal função é construir uma barreira para isolamento térmico na superfície da água, para que ela se mantenha sempre aquecida a uma temperatura agradável.

Sua utilização também facilita bastante a manutenção e limpeza do espaço, pois diminuirá o contato de qualquer resíduo ou dejeto poluente com a água. A capa térmica para piscina pode ser retirada de forma muito fácil e rápida com o enrolador de capa.

Ideal para quem toma conta dos cuidados com o espaço sozinho, ele recolhe ou estende uma capa de até 5 metros em poucos minutos. Esta é uma ajuda importante, pois devido ao seu material e função, este é um item relativamente mais pesado que os outros.

3. Capa para piscina em tela

A capa para piscina chamada de tela trabalha como uma grande peneira. Ela capta galhos, folhas e demais detritos e ajuda a economizar energia e tempo na hora de filtragem e aspiração.

Em épocas chuvosas, é perfeita para evitar o acúmulo de água no ambiente. Dependendo do fabricante, ela também possui resistência adequada para atuar como proteção. Por ser mais leve, confere mais facilidade para retirar e recolocar.

Agora que você já conhece esses três tipos de capa para piscina e suas funcionalidades, é hora de estudar a estrutura que você possui em casa e avaliar qual deles será o escolhido.

 

Fonte: ANAPP

Você sabe qual é a maior piscina do mundo?

A maior piscina do mundo tem 1 km de extensão e 80 mil m², ocupando uma área total de 8 hectares. Ela está localizada no Resort San Alfonso del Mar, em Algarrobo, no Chile e tem o tamanho de 20 piscinas olímpicas.

O recorde da maior piscina do mundo está registrado no site Official World Record. Muitas fontes afirmam que outra piscina, localizada no Egito, é a maior piscina do mundo, mas não localizamos a fonte oficial dessa informação.

De qualquer forma, que tal conhecer os detalhes e curiosidades das obras que são consideradas as maiores piscinas do mundo? No post de hoje, trouxemos imagens lindas e números impressionantes. Confira!

 

Qual é a maior piscina do mundo? Conheça os detalhes dessa obra surpreendente

A maior piscina do mundo tem 1 km de extensão e 80 mil m², ocupando uma área total de 8 hectares. Ela está localizada no Resort San Alfonso del Mar, em Algarrobo, no Chile.

O tempo de obra da maior piscina do mundo dá uma noção da complexidade do projeto. Foram necessários 5 anos para sua execução.

Uma das principais dúvidas sobre a maior piscina do mundo é como funciona sua manutenção, mas a resposta é simples: ela está localizada ao lado do oceano e, por meio de um sistema digital de sucção e filtragem, suga a água do mar.

Ou seja: a água da maior piscina do mundo é salgada e fria. Apesar de não ser algo esperado para um Resort, em volta da piscina também há areia da praia, o que pode agradar quem curte um clima mais praiano.

Maior piscina do mundo: vista área (foto: Dinheiro Vivo)

Maior piscina do mundo: extensão

Maior piscina do mundo faz sucção da água do mar

 

A quantidade de água que pode ser armazenada na maior piscina do mundo impressiona: é possível enchê-la com 250 milhões de litros!

Diante desse contexto, ela é maior do que 20 piscinas de tamanho olímpico juntas. Além de nadar, os hóspedes do resort podem fazer caiaque, velejar ou andar de iate.

A extensão da maior piscina do mundo é tão grande que há até um serviço de barca para cruzá-la.

E quanto será que custou construir a maior piscina do mundo? Estima-se que o valor investido foi de US $ 1 bilhão. Já os custos de manutenção anuais podem chegar a US $ 2 milhões.

Maior piscina do mundo: hotéis (foto: Wikipédia)

Maior piscina do mundo: faixa de areia (foto: Pinterest)

 

A maior piscina do mundo: menção honrosa

Quando falamos sobre a maior piscina do mundo, a Citystars Sharm El Sheikh merece ser citada.

Ela aparece em alguns sites com o título de maior piscina do mundo, mas o registro no site Official World Record dá o recorde para a piscina chilena.

A Citystars Sharm El Sheikh tem mais de 120 mil metros quadrados de área e está localizada na cidade egípcia de Sharm el-Sheikh em um condomínio fechado exclusivo.

Maior piscina do mundo (menção honrosa): Citystars Sharm El Sheikh fica no meio do deserto do Sinai

 

O projeto dessa obra que também é considerada a maior piscina do mundo ficou a cargo da empresa Crystal Lagoons.

Além de chamar a atenção pelo tamanho, ela é notável devido sua localização no meio do deserto do Sinai e à beira do Mar Vermelho.

Uma curiosidade sobre a Citystars Sharm El Sheikh é que sua água é salgada e vem de aquíferos do deserto inutilizáveis. É tanta água que leva semanas para enchê-la!

O projeto ainda conta com 12 outras lagoas artificiais, em uma área de 750 hectares, formando um dos mais luxuosos resorts do Egito.

 

Fonte: Viva Decora

SISTEMAS DE RECICLAGEM E REUTILIZAÇÃO DA ÁGUA DA PISCINA

Quem não gosta de dar um mergulho refrescante em uma piscina nos dias quentes de verão? No entanto, manter uma piscina limpa e pronta para uso pode ser mais sustentável do que você imagina. Neste artigo, vamos explorar os sistemas de reciclagem e reutilização da água da piscina, uma abordagem ecologicamente correta que economiza recursos e reduz o impacto ambiental.

A Importância da Sustentabilidade em Piscinas

Antes de mergulharmos nas tecnologias de reciclagem da água da piscina, é importante entender por que isso é tão relevante. Piscinas são conhecidas por consumir grandes volumes de água potável, além de produtos químicos para mantê-las limpas e seguras. Em um mundo cada vez mais consciente da importância da sustentabilidade, é vital encontrar maneiras de minimizar esse desperdício.

Um componente chave dos sistemas de reciclagem da água da piscina é a utilização de tecnologias avançadas de filtragem. Filtros de areia, cartuchos e algas são comuns em piscinas, mas sistemas mais modernos como os filtros de vidro reciclado ou filtros de membrana podem proporcionar uma filtração mais eficiente e econômica.

Os filtros de membrana, por exemplo, removem partículas microscópicas da água, tornando-a mais limpa e segura. Isso reduz a necessidade de substituição da água da piscina com tanta frequência.

A desinfecção da água é essencial para manter uma piscina segura para os nadadores. Em sistemas de reciclagem de água, optar por métodos mais eficientes e ecológicos de desinfecção é uma escolha inteligente. A cloração salina, por exemplo, produz hipoclorito de sódio a partir do sal presente na água, eliminando a necessidade de produtos químicos agressivos.

Além disso, sistemas de ozonização e ultravioleta podem ser usados em conjunto com a cloração para garantir uma água cristalina e segura, com menos impacto ambiental.

Reutilização Inteligente da Água

Outro aspecto importante da sustentabilidade em piscinas é a reutilização inteligente da água. A água da piscina pode ser reciclada para uso em outros sistemas, como irrigação de jardins e lavagem de carros. Isso não apenas economiza água potável, mas também reduz os custos de manutenção.

A tecnologia moderna desempenha um papel fundamental na eficiência dos sistemas de reciclagem de água da piscina. Sistemas de monitoramento e automação podem controlar a qualidade da água, os níveis de pH, a filtragem e a desinfecção, garantindo um ambiente seguro e economizando recursos.

Investir em sistemas de reciclagem e reutilização da água da piscina não apenas ajuda a preservar recursos naturais preciosos, mas também reduz os custos a longo prazo. Além disso, demonstra um compromisso com a sustentabilidade ambiental que pode atrair nadadores conscientes para a sua piscina.

Portanto, se você possui uma piscina ou está planejando construir uma, considere a incorporação dessas tecnologias sustentáveis. Afinal, podemos aproveitar a diversão da piscina enquanto protegemos o nosso planeta.

Na manutenção ou renovação do Vinil da sua piscina

Hoje, devemos considerar grandemente, na troca ou manutenção do revestimento de vinil da piscina a utilização de BAGs. Dispositivos que são capazes de armazenar grandes quantidades de água, evitando assim o desperdício do bem natural e o custo imediato financeiro de, ao término da obra, reabastecer a piscina. Lucro para o proprietário, lucro para o planeta!

Fonte: cplife

Umbrella pool and chair around beautiful luxury swimming pool in hotel resort - Vintage Light film Filter
Umbrella pool and chair around beautiful luxury swimming pool in hotel resort - Vintage Light film Filter

PISCINA DO CONDOMÍNIO: CUIDADOS NA HORA DE FAZER A MANUTENÇÃO

O verão é uma estação diferente para o condomínio. É o período de férias para muitos, o que aumenta consideravelmente o fluxo de pessoas nas áreas comuns. Sem dúvidas, a piscina do condomínio é o espaço mais concorrido nessa época.
Por causa disso, a piscina se torna um dos ambientes que mais requer cuidado na hora de fazer a manutenção condominial. E garantir condições adequadas para aos moradores é responsabilidade do síndico.
Pensando nisso, separamos alguns itens que não podem faltar na hora de fazer a manutenção de condomínio na área da piscina do condomínio. Confira:

Manutenção da piscina em condomínio
Cloro
O cloro deve ser reposto de dois em dois dias durante o verão.
Controle do pH
O pH deve ser medido uma vez por semana. Esse cuidado é fundamental para o bom funcionamento da piscina. Se o pH estiver no nível correto, os equipamentos terão uma durabilidade maior e a qualidade da água não será comprometida. O nível do pH deve estar sempre entre 7,2 a 7,6, ou seja, levemente alcalina.
Demais sujeiras
Cuidados manuais, como a peneiração, continuam fundamentais para a retirada de sujeiras mais “grossas” como galhos, folhas, insetos e outras sujeiras. Após a limpeza superficial, procure realizar a aspiração a cada dois dias e uma escovação de 15 em 15 dias.
Regras para o uso da piscina do condomínio
Além dos cuidados com a limpeza da piscina, há certos comportamentos que devem ser incentivados na hora de utilizar o espaço. Para que tudo saia de acordo com as normas da boa convivência, o síndico deve atentar os moradores para os seguintes tópicos:
Horário de uso
O horário de funcionamento das piscinas em condomínio é determinado pelas as regras do regimento interno. É comum que as piscinas tenham horários que respeitam a rotina regular (ex.: 9h às 17h), podendo ser diferentes nos finais de semana. No verão, é possível que o horário seja estendido (ex.: 9h às 19h).
Segurança de crianças
O condomínio pode restringir o acesso de crianças na piscina por questões de segurança. Para evitar acidentes, menores de idade só podem entrar na piscina no condomínio quando acompanhadas por um responsável. É de interesse comum que haja normas que protejam os moradores de possíveis acidentes.
Normas de utilização
Piscinas em condomínios devem contar com avisos e placas indicando as regras do local. Essas normas também podem ser conferidas no regimento interno do condomínio.
Algumas regras mais comuns para piscinas em condomínio são:

Não consumir alimentos e bebidas na área da piscina;
Moradores não podem andar fora das dependências da piscina utilizando trajes de banho;
Não é permitido levar copos, garrafas, latas de cerveja e demais itens de vidro ou material cortante para o local;
Moradores devem controlar crianças para que não sujem a água ou se machuquem;
É proibida a presença de animais no espaço voltado às piscinas;
Todos devem tomar uma ducha antes de entrar na água;
É proibido usar equipamentos de som na área de lazer.
Essas e outras obrigações ajudam a garantir a ordem e a harmonia na convivência entre vizinhos.

A água é um ambiente perfeito para a proliferação de bactérias e fungos que podem causar sérios problemas de saúde aos moradores. Logo, o condomínio tem a obrigação de prezar pela saúde coletiva.
Doenças que podem ser transmitidas pela água da piscina:

Problemas gastrointestinais, como diarreias e vômitos;
Erupções cutâneas;
Infecções oculares, como conjuntivite;
Doenças no ouvido ou no trato respiratório;
Infecções por fungos, como micoses.
Exame médico para piscina de condomínio
O exame médico é importante, pois serve para conferir se a pessoa pode frequentar a piscina do condomínio sem oferecer riscos para os outros moradores. Se o condômino está saudável, é obtido o atestado para uso de piscina coletiva.

Médicos que podem oferecer atestado para uso de piscina são:

Médicos de família;
Pediatras;
Dermatologistas;
Clínicas gerais.

Atestado médico para piscina coletiva
O atestado médico para utilizar a piscina do condomínio não é obrigatório em todos os municípios e estados, mas nada impede que o condomínio faça a exigência. Inclusive, essa é uma medida prudente que busca preservar a saúde dos condôminos que usam a piscina.
No estado de São Paulo, os artigos 51 e 52 do Decreto nº 13.166/79 estabelecem que é obrigatório o morador passar por um exame prévio antes de usufruir da piscina. É preciso apresentar uma ficha médica assinada por um profissional habilitado. A lei também determina que é proibida a entrada na piscina de pessoas portadoras de doenças transmissíveis ou com feridas abertas.
Para determinar se o condomínio que você administra exige a apresentação de atestado médico para uso de piscina coletiva, é necessário conferir o regimento interno.
Se a assembleia achar prudente, o condomínio deve aprovar a exigência de atestado médico ou dermatológico para uso de piscina do condomínio. A aprovação é feita com a maioria dos votos de uma reunião de assembleia, com quórum de dois terços de todos os condôminos.

Validade do atestado médico para piscina
Como explicamos anteriormente, a exigência e as particularidades do atestado médico para uso da piscina em condomínio é definido pelas normas da região e do regimento interno do condomínio.
Conforme as especificações do Decreto nº 13.166 do Estado de São Paulo, o exame médico deve ser atualizado semestralmente. Portanto, a validade do atestado médico para piscinas em municípios paulistas é de seis meses.
O Conselho Regional de Medicina do Paraná também recomenda que o atestado médico para utilização de piscinas seja renovado a cada seis meses.
Para que o atestado seja válido, é necessário que ele contenha as seguintes informações:

Nome do solicitante/paciente;
Data da consulta;
Informações sobre o estado de saúde do morador;
Confirmação da aptidão para frequentar a piscina;
Nome e assinatura do profissional da saúde;
Número do registro profissional do médico.
Depois da piscina do condomínio estar revisada e com os devidos avisos expostos é só aproveitar o verão!

Fonte: Blog Townsq

Quando uma criança pode entrar na piscina?

Desde a construção de força central e uma base física saudável até a melhoria da flexibilidade e coordenação, nadar é algo que toda criança deveria aprender a fazer.
Falando em bem-estar infantil, é preciso avaliar e compreender o bem-estar das crianças e os benefícios da natação e de outras atividades físicas. No entanto, muitos pais naturalmente se preocupam em levar uma criança pequena para a água. Então, quando exatamente é uma boa hora para levar seu filho à piscina?

Com que idade uma criança deve entrar na piscina?

Embora não exista uma orientação absoluta – o consenso dos pediatras e outros profissionais de saúde é que os bebês com menos de 6 meses (alguns diriam 12 meses) devem evitar nadar/piscinas.
A segurança da água é claramente importante para todas as idades. O afogamento foi a segunda principal causa de morte por lesões não intencionais em crianças norte-americanas de 1 a 19 anos entre 2000 e 2006, segundo o CDC. Vítimas de afogamento não fatais geralmente passam bem, mas 5 a 10% apresentam danos neurológicos graves. A maior taxa de afogamento ocorre em crianças de 0 a 4 anos, com metade dos afogamentos ocorrendo em piscinas. Bebês com menos de 1 ano apresentam alto índice de afogamento em banheiras e grandes baldes de água.

Para evitar o afogamento, os especialistas geralmente recomendam “camadas de proteção”, incluindo:
Sempre um adulto com a criança; Cerca de piscina; Capas de piscina; Alarmes de piscina; Salva-vidas; Treinamento em RCP; Instrução de natação e habilidades de sobrevivência na água; Dispositivos de flutuação pessoal – consulte “Que tipo de colete salva-vidas deve usar”.

As possíveis preocupações para bebês e crianças pequenas em relação a piscinas e outras águas recreativas incluem:
Imunidade neonatal; Agentes infecciosos transmitidos pela água, especialmente infecções do trato gastrointestinal; Problemas de pele, incluindo dermatite e queimaduras solares; Doenças respiratórias agudas, incluindo potencial aumento do risco de asma e bronquiolite secundária à exposição a subprodutos de cloração;

Hipotermia secundária à exposição à água fria/fria e ao ar; hipertermia secundária à exposição a altas temperaturas da água em spas e banheiras de hidromassagem; hiponatremia secundária à ingestão de água.

Dicas de segurança para natação

A natação é uma forma fantástica de exercício e um componente importante de muitas viagens nas férias de primavera e diversão nas férias de verão. Mas os pais devem lembrar que nadar também traz riscos. Estes riscos incluem a questão óbvia da segurança da água, mas também preocupações adicionais, como os danos causados pelo sol.

Sempre proteger a criança do sol quando estiver nadando ao ar livre.

Dicas para proteger as crianças contra afogamento.

A (AAP) Academia Americana de Pediatria recomenda que “todas as crianças deveriam aprender eventualmente a nadar”. A AAP apoia aulas de natação para a maioria das crianças com mais de 4 anos. Algumas crianças podem não estar preparadas, por vários motivos, até depois desta idade. Para crianças < 1 ano, a AAP recomenda que essas experiências sejam individualizadas. Principais dicas de segurança em piscinas para crianças

– Nunca deixe crianças sozinhas dentro ou perto da piscina, ou spa, nem que seja por um momento; a supervisão cuidadosa de um adulto responsável é a melhor forma de prevenir o afogamento em crianças.
– Sempre que nadadores inexperientes estiverem dentro ou perto da água, um Salva Vidas deve estar ao alcance.
– Instale cerca de proteção dentro dos parâmetros oficiais o redor dos quatro lados da piscina. A cerca não deve ter aberturas ou saliências que uma criança possa usar para passar por cima, por baixo ou através.
– A cerca mais segura é aquela que circunda todos os 4 lados da piscina e separa completamente a piscina da casa e do quintal. Se a casa servir como quarto lado da cerca, instale um alarme na porta de saída do quintal e da piscina. Para proteção adicional, instale protetores nas janelas voltadas para a piscina. As vítimas de afogamento também usaram portas para animais de estimação para ter acesso às piscinas. Mantenha todas as suas barreiras e alarmes em bom estado com baterias novas.
– Certifique-se de que os portões da piscina abram para fora da piscina e fechem e travem automaticamente a uma altura que as crianças não possam alcançar. Considere alarmes no portão para alertá-lo quando alguém abrir o portão. Mantenha equipamentos de resgate e segurança por perto.

Dependendo onde estiver, lembre-se que, boias infláveis não substituem os coletes salva-vidas.

Todos deveriam aprender a nadar – A participação em aulas formais de natação pode reduzir a probabilidade de morte por afogamento na infância em 88%.

A Academia Americana de Pediatria (AAP) não recomenda programas formais de natação para crianças menores de 1 ano. Nessa idade, as aulas de natação para pais/bebês são uma forma de diversão e vínculo, em oposição a um programa de segurança aquática.
A decisão de matricular uma criança com mais de um ano em aulas de natação deve ser tomada pelos pais com base na prontidão de desenvolvimento da criança e na exposição à água, mas os programas de natação nunca devem ser vistos como “à prova de afogamento” para uma criança de qualquer idade.

Evite aprisionamento: A sucção dos ralos da piscina e do spa pode prender um nadador debaixo d’água. Não use uma piscina ou spa se houver tampas de drenagem quebradas ou faltando.

Pergunte ao tratador da sua piscina se os drenos da sua piscina ou spa estão conforme a Lei de Segurança de Piscinas e Spas.

Piscinas grandes e infláveis acima do solo tornaram-se cada vez mais populares para uso em quintais. As crianças podem cair se apoiarem no lado macio de uma piscina inflável. É essencial terem uma cerca de proteção para que as crianças não possam ter acesso sem supervisão.

As crianças devem usar coletes salva-vidas aprovados sempre que estiverem em barcos, docas, etc.

Certifique-se de que o colete salva-vidas seja do tamanho certo para a criança. Asas infláveis, brinquedos, jangadas e colchões de ar não devem ser usados como coletes salva-vidas ou dispositivos de flutuação pessoal. Os adultos devem usar coletes salva-vidas para sua própria proteção e para dar um bom exemplo.

Sempre que você estiver em um barco, crianças e adultos, devem usar colete salva-vidas.

Nunca nade sozinho. Até os bons nadadores precisam de amigos!

Um salva-vidas (ou outro adulto que saiba sobre resgate na água) precisa observar as crianças sempre que elas estiverem dentro ou perto da água. As crianças mais novas devem ser supervisionadas de perto enquanto estiverem dentro ou perto da água, utilize a “supervisão táctil”, mantendo-as a uma distância não superior a um braço.

Nunca deixe uma criança nadar em canais ou em águas com movimento.

Fique seguro com esportes e exercícios físicos

Embora a natação seja frequentemente considerada uma forma de exercício relaxante e de baixo impacto, pode haver lesões ou outros problemas. Se uma criança estiver participando de um nível significativo de exercícios na piscina, um pediatra ou médico responsável sobre esportes deve ser consultado. Deve ser feitos exames médicos para evitar ou identificar possíveis problemas de saúde que precisem ser resolvidos.

Fonte: O Piscineiro.

Luxury garden with pergola and swimming pool - 3d rendering
Luxury garden with pergola and swimming pool - 3d rendering

As maiores tendências em design outdoor living

O design de outdoor living experimentou uma evolução notável ao longo dos anos, impulsionada por mudanças nas preferências de estilo de vida, avanços tecnológicos e uma maior conscientização sobre a importância de espaços externos bem projetados.

O conceito ganhou mais fôlego nos últimos anos, principalmente após a pandemia da Covid-19, em que as orientações eram ficar em casa quando possível. Com isso, as pessoas buscaram tornar suas moradias em lugares ainda mais aconchegantes e confortáveis.

Diante dessa realidade, profissionais do mundo da decoração devem se atentar às tendências e novidades em design de outdoor living para poderem incorporar em seus projetos e criar ambientes externos muito mais exuberantes.

Uma conexão com a natureza

O outdoor living é um conceito que traz uma aproximação com a natureza, por meio de projetos que conectam os moradores ao ambiente externo da casa, mas sem perder o conforto, bem-estar, funcionalidade e, claro, o design. Por isso, essa transição entre os espaços internos e externos deve ser suave.

Trata-se de uma extensão da casa para o encontro com a beleza natural, mas com móveis e objetos de decoração que levam o estilo de vida que se tem dentro do imóvel para o ambiente externo, onde é possível usufruir de todos os benefícios da natureza.

Por isso, é fundamental que esses espaços sejam planejados com cuidado e atenção para potencializar esse contato com o natural, mas que também seja um ambiente que ofereça conforto, aconchego e bem-estar para quem estiver por lá.

Confira as principais tendências em outdoor living

Piscinas integradas – Piscinas que se integram perfeitamente ao ambiente externo, muitas vezes acompanhadas por decks de madeira ou revestimentos naturais, proporcionam uma sensação de resort luxuoso em casa, e prometem fazer ainda mais sucesso nos próximos anos.

Elas são uma tendência em design de espaços ao ar livre que buscam criar uma transição suave entre a piscina e o ambiente externo, proporcionando uma sensação de harmonia e luxo.

Benefícios ambientais – O paisagismo é um grande aliado no design do outdoor living por trazer propostas que vão além do toque estético.

Maximizar o espaço com jardins verticais, por exemplo, além de deixar o ambiente ainda mais charmoso, traz também uma série de benefícios, como a melhoria da qualidade do ar. Assim como o paisagismo comestível que tem a proposta de integrar as plantas comestíveis como ervas e vegetais. Além de ser visualmente atraente, ainda promove a sustentabilidade e a autossuficiência.

Agora se o seu cliente aprecia o estilo minimalista, uma tendência que tem feito parte de muitos projetos é o minimalismo botânico, ou seja, designs simples e limpos, com poucas espécies de plantas, criando uma atmosfera detalhista e contemporânea.

Durabilidade sem perder o conforto – Os projetos de outdoor living devem priorizar a estética, a praticidade, o conforto, a durabilidade e a resistência, portanto, é importante se atentar aos móveis e peças que vão compor este espaço, se preocupando em atender aos pontos-chave que o conceito propõe.

Porém, não basta apenas sugerir os móveis se eles não estiverem alinhados com as principais finalidades de uso do espaço externo, portanto, é fundamental ouvir o cliente.

Dentre as tendências em móveis para design de outdoor living estão os mobiliários modulados que oferecem versatilidade, permitindo aos usuários reconfigurar o layout conforme as necessidades. Assim como as peças multifuncionais que são muito utilizadas, especialmente em lugares mais enxutos.

Praticidade tecnológica – Uma das tendências para este conceito é a iluminação inteligente, ou seja, são sistemas de luzes controlados por aplicativos, gerando economia de energia e praticidade para os moradores.

E por falar em praticidade, os projetos de outdoor living precisam contar com a conectividade, portanto, é importante pensar em espaços com carregadores sem fio e pontos de energia para dispositivos eletrônicos, afinal, não podemos esquecer que se trata de uma extensão dos espaços internos, portanto, é fundamental deixar o ambiente o mais prático possível, sem prescindir da segurança dos usuários. A norma ABNT NBR 5410, traz todas as instruções para uma instalação segura e longe de riscos e acidentes.      

Agora se a ideia é proporcionar uma experiência sonora imersiva, umas das tendências em tecnologia para este conceito é o áudio externo, ou seja, incorporação de sistemas de áudio ao ar livre que são resistentes às condições climáticas, mas que fazem toda a diferença para deixar o ambiente ainda mais aconchegante para seu cliente e suas futuras visitas.

Fonte: ANAPP

arafed lightning strikes over a beach with rocks and trees. generative ai.
arafed lightning strikes over a beach with rocks and trees. generative ai.

Chuvas, Tempestades e Piscina

Neste período do ano, a ocorrência de chuvas aumenta e muitas vezes elas vêm em forma de tempestade carregada de raios e trovões.
Vamos ver nesse artigo que a relação das chuvas, tempestades e raios com a piscina é em primeiro lugar uma questão de segurança para seus usuários.
Quem já ouviu a mãe, a avó ou mesmo o guarda-vidas do clube falar: saiam!!! Vai começar a chover! Pois é, chuva e piscina não combinam.
O Brasil é o país com maior incidência de raios em todo o planeta. No ano passado, o Brasil registrou quase 209 milhões de raios e a cada 50 mortes causadas por raios no mundo, uma é no Brasil. Esses dados são do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).
Dados levantados pelo INPE revelam que, entre 2013 e 2023, morreram no Brasil 835 pessoas, e elenca os três estados com maior incidência de raios, sendo eles: Amazonas, Pará e São Paulo.
Para se ter uma ideia, um raio possui cerca de mil vezes mais intensidade que um chuveiro elétrico.
O risco para nossa segurança não é só em piscinas, neste início de ano uma senhora foi atingida por um raio enquanto estava em uma praia do litoral paulista, infelizmente não resistiu.
As orientações de segurança são simples e devem ser seguidas sempre. Por exemplo, se a pessoa estiver em piscina, praias ou campo de futebol, ela deve sair imediatamente e procurar um refúgio, nunca debaixo de árvores, antenas ou caixas d’água. Devem se afastar de estruturas que sejam altas e isoladas. Pode se abrigar dentro de carros, com vidros fechados e sempre afastados da lataria do veículo. Dentro de residências, se afaste de tomadas elétricas e de redes de telefonia. E se não encontrar nenhum lugar, deite-se no chão.
Como vimos, com raios não se brinca! Mas os danos causados por eles não são só para as pessoas, os equipamentos elétricos-eletrônicos da casa e da piscina também podem sofrer danos. Para protegermos os equipamentos, é fundamental uma instalação feita conforme as normas.
No caso das piscinas, é muito importante que o quadro elétrico de comando que aciona as motobombas do filtro, aquecimento, hidromassagem, cascata e os demais equipamentos, tais como aquecedores, iluminação e outros, tenham dispositivos de proteção.
Os principais dispositivos de proteção são: aterramento adequado, o uso de DPS (dispositivos de proteção de surtos), que é um equipamento instalado no quadro elétrico, ligado entre fases e o aterramento que tem a função de proteger a instalação na ocorrência de surtos causados pelas descargas atmosféricas (raios).
Muitas vezes, a instalação elétrica da residência está correta, mas a instalação da casa de máquinas, não! Aqui, novamente, fazemos o alerta para a correta contratação dos prestadores de serviços. Busque sempre profissionais habilitados e capacitados, busque por referência e sempre tenha em mente que o barato pode sair caro, não só em termos financeiros.
Esperamos que as águas de março, fechando o verão, da música de Tom Jobim, tragam somente a parte boa para nosso clima e não os acidentes relatados acima.
Lembrem-se: segurança em primeiro lugar, piscina segura, diversão garantida.

Fonte: PISCINA O PORTAL