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Close-up of a mosquito on human skin
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ALERTA DE COMBATE À DENGUE!

Devido à maior frequência de chuvas, o verão é o período mais propício para a proliferação do mosquito Aedes aegypti e, consequentemente, de maior risco para as arbo­viroses como dengue, zica e chikungunya. No entanto, a recomendação do Ministério da Saúde é manter todos os cuidados possíveis para prevenir os focos desse mosquito em qualquer época do ano. Por ser considerado um mosquito doméstico, o Aedes aegypti vive perto dos seres humanos e a melhor forma de evitar o contato é a prevenção.

O mosquito tem hábitos diurnos e apenas a fêmea se alimenta, basicamente, de sangue humano para se reproduzir em água parada – limpa ou suja. Por esse motivo, a população deve trabalhar para a eliminação dos focos de Aedes aegypti mantendo a higiene e a limpeza nas residências e nos quintais, e eliminando completamente os recipientes com água parada, que são ambientes propícios para a procriação.

A dengue é uma doença febril que pode ser leve ou grave, com ou sem sintomas. Normalmente, a primeira manifestação é a febre alta (39°C a 40°C) de início abrupto, que dura de dois a sete dias, ­acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e nas articulações, prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção e ­coceira na pele. Também costumam ocorrer perda de peso, náuseas e vômitos e, em alguns casos, manchas vermelhas na pele. A forma grave inclui dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes e sangramento de mucosas.

A chikungunya começa com febre, dor de cabeça, mal-estar, dores pelo corpo e dor nas juntas (joelhos, cotovelos, tornozelos). Além disso, podem ocorrer manchas ­vermelhas ou bolhas pelo corpo. O quadro agudo dura até 15 dias e, em geral, desaparece espontaneamente. ­Algumas pessoas podem desenvolver quadro pós-agudo e crônico, com dores nas juntas que duram meses ou anos.

A zica apresenta risco superior a outras arboviroses para o desenvol­vimento de complicações neurológi­cas, como encefalites, síndrome de Guillain Barré e outras. Uma das principais complicações é a microcefalia nos bebês, se atingir mulheres grávidas. A doença começa com manchas vermelhas no corpo e olhos verme­lhos, e pode provocar febre baixa e dores no corpo e nas juntas, de pequena intensidade. Ao apresentar sintomas dessas e de outras doenças, é importante procurar um serviço de saúde para orientações. Todo o tratamento para as arboviroses é oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Como manter o mosquito bem longe!

Mantenha bem tampados tonéis, caixas e barris de água;
Lave semanalmente, com água e sabão, tanques usados para armazenar água;
Mantenha caixas d’água bem fechadas;
Remova galhos e folhas de calhas;
Não deixe água acumulada sobre lajes;
Coloque areia nos pratos de vasos até a borda ou lave uma vez por semana;
Troque a água das plantas aquáticas uma vez por semana;
Coloque lixos em sacos plásticos e lixeiras fechadas;
Mantenha garrafas de vidro e latinhas de boca para baixo;
Acondicione pneus em locais cobertos;
Faça sempre manutenção de piscinas;
Tampe todos os ralos;
Coloque areia ou cimento em cacos de vidro nos muros;
Não deixe água acumulada em folhas secas e tampinhas;
Mantenha os vasos sanitários externos fechados e verifique as condições semanalmente;
Limpe sempre a bandeja do ar condicionado;
Não deixe sacos plásticos e lixo no quintal.

Fonte: Revista Piscina Pool-life

Beautiful outdoor swimming pool with bed deck chair and umbrella in resort for travel and vacation concept
Beautiful outdoor swimming pool with bed deck chair and umbrella in resort for travel and vacation concept

Dicas de como cuidar da piscina de forma automatizada:

Todos sabemos a importância de uma piscina com água limpa e cristalina, pois além de prevenir reações alérgicas, evita também diversas doenças que podem ser transmitidas aos banhistas através do contato com a pele ou na eventual ingestão de água. Ainda assim, ao contrário do que muitos pensam, uma água aparentemente limpa e cristalina nem sempre é sinônimo de água saudável e própria para o banho. Se os cuidados com o tratamento físico (filtração), químico (cloração), e a manutenção dos parâmetros da água não forem realizados periodicamente, a água poderá estar linda e cristalina, dando a falsa impressão de limpeza e podendo trazer danos a sua saúde e de toda a sua família.
Confira abaixo os passos essenciais para garantir que sua piscina esteja sempre limpa, saudável e pronta para ser aproveitada.

FILTRAÇÃO:
A filtração é responsável pelo tratamento físico. Sem ele, não existe tratamento químico que se conclua sozinho, um depende do outro para fazer um trabalho realmente eficaz.
A limpeza da água inicia-se pela motobomba, onde os maiores contaminantes ficam retidos no seu pré-filtro. As partículas menores, por sua vez, são eliminadas pelo filtro no processo de recirculação da água. Existem no mercado diversas linhas de equipamentos que além da areia como elemento filtrante, também tem a zeólita: um mineral com alta capacidade de retenção de contaminantes, retendo inclusive metais e outras sujeiras que a areia não consegue. Outro benefício da zeólita é a redução na formação da cloraminas, responsável pelos desconfortos associados ao cloro, como ressecamento de pelo e cabelos.

CLORAÇÃO
A dosagem do cloro é essencial para garantir a desinfeção da água, ou seja, eliminar os microrganismos e outros agentes nocivos à saúde que não são eliminados no processo de filtração.
O processo de desinfeção da água pode ser automatizado através do gerador de cloro EasyClor.
O cloro é produzido automaticamente pelo gerador de cloro EasyClor durante a filtração e recirculação da água, gerando cloro de forma inteligente e na medida certa que sua piscina precisa. Sua instalação é fácil e juntamente com o filtro, desempenha as funções de tratamento físico e químico da água.
Importante ressaltar que o cloro tem duas funções importantes nos cuidados da piscina. A primeira função é a desinfecção, que consiste no tratamento da água, eliminando as sujeiras e os microrganismos como bactérias, fungos, algas e vírus. Outra importante ação do cloro é o seu residual na água, que garante proteção, saúde e conforto aos banhistas.
Com o gerador de cloro EasyClor, você automatiza a piscina e tem diariamente a dosagem ideal de cloro.

DESCONFORTOS DE UMA PISCINA – CLORAMINAS
Os desconfortos percebidos pelos banhistas como ressecamento de pelo e cabelos e o cheiro forte de cloro na água são erroneamente associados ao cloro. Na verdade, este desconfortos são causados pelas cloraminas, que aparecem na piscina justamente quando não temos cloro suficiente para tratar e proteger a água. O gerador de cloro EasyClor produz de forma inteligente e automática a quantidade de cloro necessária para eliminar a formação de cloraminas, além de manter a água saudável e confortável para o banhista.

Econômico, imperceptível (não deixa a água salgada), não poluente, autossustentável, prático e seguro, o gerador de cloro EasyClor deixará a água da piscina sempre saudável e cristalina, com o tratamento automatizado na medida certa.

Invista em produtos que realmente tornarão sua vida mais fácil e tenha muito mais tempo para relaxar e curtir sua piscina com a família e amigos. Afinal, é para isso que você tem uma piscina, não é mesmo?

Fonte: Revista Piscinas e Afins
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A IMPORTÂNCIA DOS GUARDA-VIDAS EM ESPAÇOS COM ALTO MOVIMENTO DE BANHISTAS

A alta temporada chegou e, com ela, a expectativa para um volume maior de banhistas em piscinas de todo o país. Essa movimentação crescente característica do último trimestre do ano deve vir acompanhada de uma maior preocupação em termos de segurança e cuidado com os banhistas, não apenas com relação ao tratamento e saúde da água, mas também no que diz respeito à salvamentos em casos de acidentes e afogamentos. O que nos traz uma importante reflexão acerca da importante presença de um guarda-vidas nas piscinas públicas e privadas.

A função principal de um guarda-vidas é atuar na prevenção de acidentes aquáticos. Esse tipo de prevenção, segundo Juliano de Figueiredo Silvério Alves, que é veterano do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, enfermeiro e instrutor master da Sociedade Brasileira de Salvamento
Aquático (SOBRASA), é responsável por evitar 90% das mortes por afogamento. “Esse profissional também tem a função de observar o espaço para elevar a segurança aquática, sabendo quando e como acionar apoio médico e de resgate especializado, reconhecendo as diferentes formas de salvamento e os tipos de emergências clínicas e traumáticas, além de estar apto a aplicar corretamente as manobras de primeiros socorros”.

Juliano explica que cada ambiente aquático oferece um risco inerente ao local, podendo ser considerados como riscos baixo, médio ou alto, dependendo da proficiência aquática de cada banhista. Um exemplo disso é que, enquanto uma piscina rasa com profundidade de 50 centímetros pode apresentar baixo risco a um adulto que sabe nadar, a mesma estrutura pode ter um risco alto para crianças com três anos que estão desacompanhadas e que não têm qualquer conhecimento em nado.

“Nesse sentido, os processos de salvamento também são diferentes, ocorrendo conforme o risco calculado e a prevenção planejada para aquele espaço. Além das piscinas públicas e privadas, são considerados ambientes aquáticos os parques com piscinas, rios, lagos, cachoeiras e o mar. Nas cachoeiras, por exemplo, que têm água corrente e pedras, são utilizados equipamentos e técnicas de salvamento diferentes das que são aplicadas às piscinas e ao mar. Por isso o guarda-vidas deve ser devidamente treinado para o seu ambiente de atuação”, explica Juliano.

Para saber se um guarda-vidas está apto a realizar as manobras de salvamento, é importante solicitar o certificado que funciona como uma declaração de treinamento teórico prático presencial. Esse documento certifica que o profissional foi aprovado nos treinamentos e simulados de prevenção para situações de salvamento nos ambientes em que deseja atuar. Esses certificados têm validade de dois anos, sendo necessário repetir os treinamentos para renová-los após esse período.

Apesar de não haver uma Lei Federal que defina a profissão e o serviço dos guarda-vidas, existem leis estaduais, principalmente nos estados com cidades litorâneas, que definem a obrigatoriedade da presença de um profissional permanente para pronto atendimento aos banhistas em ambientes como praias e piscinas, tanto públicas quanto privadas, bem como eventos realizados em parques, clubes, rios e lagos.

Para as pessoas interessadas em obter o certificado e atuar como guarda-vidas, Juliano explica que qualquer pessoa que possua os requisitos mínimos para a profissão pode iniciar ocurso de capacitação. No Brasil, as legislações estaduais é que definem como será realizado esse treinamento, incluindo instruções técnicas, atividades que compõem o curso, provas a serem aplicadas nos candidatos, e quais simulados de salvamento serão executados. Na maioria dos estados, o curso de capacitação de guarda-vidas Profissional de piscina exige carga horária de 52 a 60 horas, de rios e lagos uma média de 90 horas, e em mar aberto cerca de 110 horas, conforme as recomendações da SOBRASA.

Requisitos para se tornar um Guarda-Vidas:
4 Idade igual ou maior de 18 anos
4 Proficiência nos estilos de nado peito e livre (Craw)
4 Condicionamento físico compatível com a função
4 Resistência física e emocional para situações de estresse
4 Habilidades organizacionais, interpessoais, de liderança e de comunicação
4 Exigências para atuar como Guarda-Vidas:
4 Estar devidamente identificado
4 Estar equipado com apito e uniforme
4 Conhecer as características do local de trabalho
4 Manter o equipamento de trabalho sempre à mão
4 Permanecer em um lugar estratégico
Para saber mais sobre o assunto, acesse o site da SOBRASA https://www.sobrasa.org/ ou acompanhe os perfis
oficiais da Associação nas redes sociais.

Fonte: REVISTA ANAPP

PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA EM PISCINAS É INDICADA PARA PESSOAS COM PROBLEMAS CARDÍACOS!

Na era em que os exercícios físicos têm sido cada vez mais falados e valorizados, é primordial ressaltar que mais do que estética, eles são impulsionadores de saúde. E quando falamos de pessoas com problemas cardíacos, eles fazem ainda mais diferença.

Na busca pela modalidade perfeita, a fim de unir saúde e diversão, muitos pacientes cardíacos têm optado por natação e hidroginástica.

Uma explicação para isso é que por serem uma atividade aeróbia, há uma série de benefícios. E de acordo com Renato Pelaquim, diretor executivo do Departamento de Educação Física da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP), isso ocasiona “a melhora da condição cardiorrespiratória, redução da pressão arterial, e redução da frequência cardíaca”.


Renato Pelaquim, diretor executivo do
Departamento de Educação Física da
Sociedade de Cardiologia do Estado
de São Paulo (SOCESP).

Ademais, especificamente na prática da natação e hidroginástica, há o fortalecimento da região de ombro e membros superiores de forma mais prevalente comparado às outras modalidades, e ocorre maior retorno do sangue ao coração, pela posição em decúbito na água (quando o indivíduo deita sob a superfície). Ou seja, não exige tanta força do órgão.

Na natação, especificamente, é de se esperar que seja uma prática relativamente mais tranquila para o coração, “o trabalho cardíaco ocorre de uma maneira não tão intensa quanto acontece em uma corrida, na mesma intensidade proporcionalmente falando”, afirma o representante da SOCESP.

As pesquisas recentes, incluindo um estudo em parceria com um hospital do Canadá, apontam múltiplos benefícios da prática. “A percepção de esforço na natação é um pouco menor comparado ao grupo que fazia a prática de esteira”,
comenta Pelaquim. Ou seja, os indivíduos sentem que estão fazendo menos esforço na natação, do que em uma esteira, mas seguem tendo ótimos benefícios.

Já no caso específico da hidroginástica, há a busca pelo fortalecimento localizado de uma maneira um pouco mais dinâmica, necessitando que haja a devida percepção de cansaço por cada indivíduo, e também, se possível, um controle de frequência cardíaca.

Segundo o profissional, nesse caso, é necessário que os indivíduos realizem o teste ergométrico previamente, para “tentar achar a faixa de frequência cardíaca que não tem alguma alteração, mas caso tenha algum problema, o ideal é que a pessoa monitore com algum smartwatch para que ela fique em torno de 50, 60 por cento da capacidade da pessoa”.

Além desses pontos, há algumas outras ressalvas que precisam ser consideradas, primeiramente, no que diz respeito à temperatura da água, que não pode ser muito baixa para não causar o aumento da pressão arterial pelo enrijecimento dos vasos, e nem muito alta para não gerar a queda excessiva da mesma pela dilatação das artérias. “Devemos lembrar que a nossa temperatura corporal é em torno de 36 graus e meio. Então, a temperatura da água tem que ser controlada, cerca de 30, 32 graus pelo menos”, complementa.

Como toda prática física, antes de iniciar é necessário passar pela devida triagem para fazer uma avaliação, seja por meio da esteira ou outro método para conseguir estimular o coração e ver se ele está com alguma sobrecarga. Além do mais, é de extrema importância ressaltar que, normalmente as pessoas que podem ter problemas cardíacos, às vezes, têm a prevalência de diabetes, o que pede um cuidado maior com os pés na prática de esportes aquáticos, por conta da difícil cicatrização.

De qualquer forma, natação ou hidroginástica, é importante a pessoa praticar de forma regular para ter os benefícios desejados, e ter em mente que ambas são modalidades seguras para pessoas com doenças relacionadas ao coração, desde que seja obedecido o preparo e tenha uma avaliação prévia para iniciar as atividades.

Fonte: REVISTA ANAPP.

Unrecognizable young man crouched connecting the automatic swimming pool cleaner in the water in summer
Unrecognizable young man crouched connecting the automatic swimming pool cleaner in the water in summer

Tratamento da água da piscina: A sequência e o intervalo corretos para usar os produtos químicos.

Isso confunde os proprietários que tratam a água das suas piscinas e até muitos “piscineiros”, que se perdem na condução do tratamento.

Mesmo a piscina estando livre de algas e outros microrganismos, a água fica com uma cor indesejada devido a formação de subprodutos resultados dessa reação química provocada pelo uso incorreto dos químicos no tratamento da água.

Por isso os proprietários e “piscineiros” que ainda não sabem disso colocam mais e mais cloro, algicída, clarificante, conferem e ajustam os parâmetros, filtram a água por horas e horas, tentam fazer decantação e não adianta.

A sujeira não decanta, a cor da água continua feia e a piscina imprópria para banho, podendo comprometer sua saúde e da sua família.

A água, em alguns casos, pode até estar sem sujeira, algas e microrganismos, mas fica turva ou verde pela presença desses subprodutos que mudam a cor da água.

E o pior é que não existe no mercado algo específico que remova os subprodutos dessa reação química. Portanto nesses casos demora algum tempo para conseguir recuperar a água.

O que provoca essa reação química é a ordem que se coloca os produtos na água e o intervalo que se dá entre um produto e outro.

E sabendo disso você pode evitar que esse grave erro aconteça.

Chegamos a esse conhecimento somando anos de experiência a estudos de química da USP. Isso nos levou a vários testes que fizemos até conseguirmos um método eficiente onde se obtem o máximo de rendimento dos produtos sem provocar as reações químicas indesejadas.

Isso facilitou muito nosso trabalho e nos fez poupar muito os gastos com os produtos, mas na minha opinião o que dou mais valor, é que principalmente poupou muito nosso tempo. O tratamento ficou mais simples e mais rápido.

Para a água da sua piscina ficar limpa e saudável, além dos parâmetros de PH e alcalinidade estar em dia, ela precisa estar livre de algas e outros microrganismos. E a maneira de controlar isso é com algicída e cloro. Esses dois produtos matam os componentes indesejados na água, e depois se remove esses microrganismos mortos com a filtragem e aspiração do fundo da piscina. Em alguns casos tem que se usar um floculante (clarificante) para ajudar nessa remoção.

Existem os produtos 2 em 1, 3 em 1 e muitas outras variações que funcionam bem para uma manutenção, mas quando a água começa a deixar de ficar cristalina tem que se matar o mal pela raiz.

E isso você só consegue com os produtos puros na sequência correta e com o intervalo de tempo correto.

Um erro muito comum em caso de piscinas com água verde é jogar o algicída e o cloro em quantidades erradas, e na sequência errada, que dependendo da situação vai matar os microrganismos, mas a reação química vai mudar a cor da água.

E dependendo pode nem um nem outro ter efeito e a água continuar contaminada.

ENTÃO ANOTE AÍ:

A sequência correta é: 1º cloro, depois algicída e depois clarificante com intervalos dependendo da necessidade.

Isso evita uma das reações químicas indesejadas que podem mudar a cor da água ou anular o efeito dos produtos, e deixar sua piscina com água impropria para banho.

E por que 1° o cloro, depois o algicída e depois clarificante?

O cloro tem ação mais rápida e depois de fazer seu trabalho, eliminando (“matando“) germes, bactérias e microrganismos específicos, baixa a um nível seguro para entrar com o algicída, que elimina as algas e fungos.

O algicída, que tem a função de “matar” algas, tem uma ação mais prolongada, e quando temos a necessidade de usar uma quantidade maior, ele vai estar presente em uma proporção não segura para usar o cloro, por um longo tempo.

Por isso, em geral, essa ordem a ser seguida é muito importante.

E por último o clarificante porque ele só é eficaz se os microrganismos e algas estão mortos. Aí então ele aglomera essa matéria morta para ficar retida no filtro ou decantar para aspiração.

Sabendo usar essa informação você evita uma reação que pode ser em vários níveis, desde a mudança na cor da água até a anulação dos efeitos bactericidas e fungicidas dos produtos.

Após aprender a maneira correta do tratamento você gasta muito menos tempo, usa muito menos produtos, filtra a água por muito menos tempo e tem uma água sempre cristalina e saudável na sua piscina.

O tempo gasto para tratamento das piscinas diminuiu em média 55%,
A despesa com produtos em média 46%,
O tempo de filtragem em média 66%.

Além desses números, ainda tem benefícios como a maior durabilidade da areia do filtro, do motor e dos rolamentos da bomba, por diminuir o tempo de filtragem.

E sem precisar escutar mais comentários das visitas, do tipo: – “a água não tá muito limpa hoje!”

Gostou da dica?

Fonte: https://evoluiremfoco.com/tratamento-de-piscinas